Atendendo ao seu interesse particular, respinguei com o devido respeito da Drª Brigida Brito, o seu seguinte artigo:
Cada ser humano tem as suas peculariedades. Isto é muito fácil de perceber, mas certamente difícil de aceitar. Cada um tem sua história, crenças e pensamentos que estão directamente ligados à sua criação.
As experiências vividas na infância, os modelos familiares, os comportamentos adotados e os valores arraigados, constituiem a essência de uma pessoa. Muitos sofrem desnecessáriamente por querer mudar os outros de acordo com as suas crenças.
Esquecem quão profundamente essas verdades estão estruturadas.
As pessoas são unicas:
"Ninguém é igual a ninguém e ninguém é perfeito".
Todos nós sabemos que nenhum ser humano é perfeito. Os pais não são perfeitos. O chefe não é perfeito. Os empregados não são perfeitos. Os clientes não são perfeitos.
Os amigos não são perfeitos. O cônjuge esta longe do ideal de perfeição. Os filhos também não são perfeitos. E, principalmente, nós também não somos perfeitos.
Todo o mundo sabe disso.
Então por que queremos encontrar no outro a perfeição?
Estamos fazendo uma viagem de aprimoramento e a imperfeição faz parte desse processo evolutivo.
Por mais virtudes que alguém tenha, cometerá, em algum momento da vida, pequenos deslizes.
Ou seja, as pessoas são como são, por suas próprias razões e não para magoar os outros. se não se comportam segundo nossas expectativas, julgamos que estão agindo daquela maneira para nos magoar, quando, na verdade, esse é apenas o jeito de ser de cada um.
Portanto, vamos repensar as nossas atitudes e actos, pois:
A vida é a unica verdade que existe. então permita-se em ser dominado pela vida em todas as suas formas, cores e dimensões.
E lembre-se, quanto mais seguro você se sentir sobre seu processo de mudança, menos dependerá da decisão alheia, menos se sentirá prisioneiro de alguém ou de alguma coisa.
Toda a mudança tem inicio dentro de você!
quarta-feira, 11 de abril de 2007
EU REAL, EU IDEAL E EU APARENTE...
Respingado com o devido respeito a artigo de Brigida Brito, médica, terapeuta, porque considero de muito interesse em termos de divulgação:
Você já teve a sensação de ter mais de uma pessoa morando dentro de você, uma brigando com a outra?
É como se houvesse duas forças em seu interior, cada uma levando você para uma direcção oposta.
A maioria das pessoas experimenta essa sensação.
Para entender melhor essa dinamica interior, imagine que existem três pessoas morando dentro de você.
A primeira é a que você é, com toda a sua história de vida, onde estão registados os acontecimentos vividos por você até hoje.
Chamamos a essa pessoa de eu real.
A segunda pessoa que você gostaria de ser, com seus sonhos e aspirações.
A essa vamos chamar de eu ideal.
E a terceira é aquela que você demonstra ser para os outros através da sua fala, fisionomia e gestos. Esse é o seu eu aparente.
Um exemplo prático: Alguém pisa no seu pé e você sente dor.
Seu eu real quer xingar, mas o seu eu ideal pensa assim:
"Quero ser uma pessoa educada e não vou fazer isso"; então seu eu aparente esboça um leve sorriso.
Das três pessoas a mais importante é a ideal, que é aquilo que você quer ser.
Portanto, não importa os defeitos, os vicios e as fraquezas que fazem parte do seu eu real; o importante é aquilo que você deseja ser, seus anseios, suas metas.
É com os olhos no seu eu ideal que você muda a sua vida.
Todas as vezes que essas pessoas estiverem brigando dentro de você, procure identificar seu eu ideal e reforça-lo para que ele possa sair vencedor.
Nessa disputa interior vencerá aquele (EU) que estiver melhor alimentado!
sábado, 24 de março de 2007
NÃO DESAFIA O MAR, QUEM TEME O VENTO...
NÃO DESAFIA O MAR, QUEM TEME O VENTO...
"Pietro Mestastácio"
O meu lema é mesmo esse: Não Desafia o Mar, Quem Teme o Vento!
Por isso mesmo, e porque não tenho medo do vento, resolvi desafiar o mar.
Com D. Quixote de la Mancha, vou desafiar os mares revoltos da politica e da sociedade portuguesa.
Mares que deveriam andar revoltos, porque em tudo na vida, só se pode avançar depois de abertamente muito discutir, para se conseguirem encontrar as melhores soluções.
Em Portugal, hoje não se discute!
Portugal parou, morreu no tempo!
Morreu num certo tempo em que um certo grupo de "morcões" vindos tanto do Norte como do Sul, ao contrário dos mouros, que vinham sempre do Sul, se acomodaram á sua condição de aconchegados da sociedade.
São os Belmiros, os Valentins, os Silvas
A vida anda tão calma que até um governo de Socialistas, nascidos e feitos na panela de pressão da Revolução de Abril de 1974, conseguiram tomar conta de Portugal, passados pouco mais de 30 anos dessa tão famosa revolução.
Essa Revolução em que se diz não ter sido disparado um unico tiro, mas que ao longo de 30 anos já fez mais vitimas que nem os "coveiros" da revolução já conseguem contar.
Portugal anda triste, patetico, emvergonhado, acrabunhado!
Nem as "santanetes", nem as "portetes" já se escutam nas radios e tv's!
Nem nas passareles da moda se continuam a vêr as beldades de antigamente!
Agora só temos tempo para o Iraque, para o Carlos Cruz, para o Valentim e para os Bibi's...
Portugal esta a ficar tão velho como falido, e passados 50 anos de Comunidade Europeia, inicia-se agora a verdadeira entrada de Portugal na Europa dos 27.
Sim! Agora é que Portugal entrou não foi nos anos 80.
Será que ninguem tinha entendido?
Portugal só esteve a tentar recuperar o seu habitual atraso estrutural de 25 anos em relação á outra Europa, a que já existia antes da CEE.
Agora, sim, vamos vêr para onde foram os milhões que entraram.
Agora, sim, vamos tomar consciencia de que não se vive só de alcatão.
Agora vamos perguntar porque não comemos sardinhas, e porque já não temos barcos, nem dominamos a peca do bacalhau.
Agora vamos perguntar porque já nem temos bolotas no Alentejo, e porque será que agora já só se fala lá, Espanhol e não Alentejano ou Portugues.
Hoje Portugal, como País, merece mais do que um Socrates, Portugal hoje precisa de 2 ou 3 Socrates e um ou 2 bons Salazare's, para se curar de uma apelidada democracia que cresceu sem tomar vitaminas e hoje que esta desmamada, e quase sem sector produtivo, anda em busca de um Pai e de uma Mãe que o deixaram orfão.
Tal como D. Quixote, Portugal necessita de um fiel Escudeiro, que pode ser um Sancho, um José um Antonio ou um Miguel, que o conduza não aos Moinhos, mas a uma saida para a tão grande aventura que é viver em Portugal e assumir ser Portugues, sem que o confundam com um Brasileiro de Luanda, um Marroquino moreno, ou com um Russo preto, ou um Sueco sem bacalhau...
"Pietro Mestastácio"
O meu lema é mesmo esse: Não Desafia o Mar, Quem Teme o Vento!
Por isso mesmo, e porque não tenho medo do vento, resolvi desafiar o mar.
Com D. Quixote de la Mancha, vou desafiar os mares revoltos da politica e da sociedade portuguesa.
Mares que deveriam andar revoltos, porque em tudo na vida, só se pode avançar depois de abertamente muito discutir, para se conseguirem encontrar as melhores soluções.
Em Portugal, hoje não se discute!
Portugal parou, morreu no tempo!
Morreu num certo tempo em que um certo grupo de "morcões" vindos tanto do Norte como do Sul, ao contrário dos mouros, que vinham sempre do Sul, se acomodaram á sua condição de aconchegados da sociedade.
São os Belmiros, os Valentins, os Silvas
A vida anda tão calma que até um governo de Socialistas, nascidos e feitos na panela de pressão da Revolução de Abril de 1974, conseguiram tomar conta de Portugal, passados pouco mais de 30 anos dessa tão famosa revolução.
Essa Revolução em que se diz não ter sido disparado um unico tiro, mas que ao longo de 30 anos já fez mais vitimas que nem os "coveiros" da revolução já conseguem contar.
Portugal anda triste, patetico, emvergonhado, acrabunhado!
Nem as "santanetes", nem as "portetes" já se escutam nas radios e tv's!
Nem nas passareles da moda se continuam a vêr as beldades de antigamente!
Agora só temos tempo para o Iraque, para o Carlos Cruz, para o Valentim e para os Bibi's...
Portugal esta a ficar tão velho como falido, e passados 50 anos de Comunidade Europeia, inicia-se agora a verdadeira entrada de Portugal na Europa dos 27.
Sim! Agora é que Portugal entrou não foi nos anos 80.
Será que ninguem tinha entendido?
Portugal só esteve a tentar recuperar o seu habitual atraso estrutural de 25 anos em relação á outra Europa, a que já existia antes da CEE.
Agora, sim, vamos vêr para onde foram os milhões que entraram.
Agora, sim, vamos tomar consciencia de que não se vive só de alcatão.
Agora vamos perguntar porque não comemos sardinhas, e porque já não temos barcos, nem dominamos a peca do bacalhau.
Agora vamos perguntar porque já nem temos bolotas no Alentejo, e porque será que agora já só se fala lá, Espanhol e não Alentejano ou Portugues.
Hoje Portugal, como País, merece mais do que um Socrates, Portugal hoje precisa de 2 ou 3 Socrates e um ou 2 bons Salazare's, para se curar de uma apelidada democracia que cresceu sem tomar vitaminas e hoje que esta desmamada, e quase sem sector produtivo, anda em busca de um Pai e de uma Mãe que o deixaram orfão.
Tal como D. Quixote, Portugal necessita de um fiel Escudeiro, que pode ser um Sancho, um José um Antonio ou um Miguel, que o conduza não aos Moinhos, mas a uma saida para a tão grande aventura que é viver em Portugal e assumir ser Portugues, sem que o confundam com um Brasileiro de Luanda, um Marroquino moreno, ou com um Russo preto, ou um Sueco sem bacalhau...
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